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As evidências disponíveis apontam que o vírus causador da COVID-19 pode se espalhar por meio do contato direto com pessoas infectadas, ou indireto através de superfícies ou objetos contaminados. Pode haver a transmissão também por aerossóis que são capazes de permanecer suspensos no ar por longos períodos.

Mas devemos observar que o problema de disseminações de quaisquer doenças transmissíveis pelo ar, podem ocorrer da mesma maneira.

Portanto, o potencial de disseminação área de patógenos infecciosos deve ser considerado para todas.

Consequências da Covid-19

A covid-19, causada pelo vírus Sars-cov-2, indica que as consequências desta doença podem ir muito além do que um problema respiratório. Já se sabe por exemplo que, alguns sintomas podem persistir, não só entre aqueles que apresentaram os casos mais graves.

 Pacientes que foram contaminados podem apresentar problemas no coração, rins, intestino, sistema vascular, mesmo tempos depois.

Outras consequências

Além do impacto da própria doença, estamos diante de enormes consequências sociais, políticas, econômicas e culturais.

As mudanças nos hábitos de vida e no comportamento levaram grande parte da população mundial a outros problemas que não só aqueles provenientes da própria contaminação. O sedentarismo, disrupção da rotina, mudança nos padrões alimentares, e consequentemente aumento de peso é claramente observado na população.

Estresse, aumento no tempo de exposição a telas, distúrbios do sono, restrições a passeios, diminuição do convívio social, levam consequentemente a um aumento de problemas mentais.

Concomitante a estes dados, alerta-se para doenças que conseguiram ser controladas pela descoberta dos antibióticos, mas que se tornaram resistentes a estes medicamentos e estão tomando proporções gigantescas.

A tuberculose é este exemplo, segundo dados do Relatório Global da Tuberculose 2020 da OMS, a doença tem 10 milhões de novos casos no mundo em 2019 , e no Brasil há o registro de 96 mil novos casos neste mesmo ano.

Outras doenças como sarampo, meningites, caxumba estão entre aquelas que temos notícias recentes de ressurgimento de forma muito preocupante.

Medidas protocolares como uso de máscaras, utilização de álcool em gel, distanciamento entre pessoas, evitar aglomerações são medidas que ajudam sobremaneira a difusão da doença, mas não são eficazes na propagação dos aerossóis. Os aerossóis estão suspensos no ar e são conduzidos a longas distâncias por correntes aéreas.

Histórico

Em 1801, a radiação ultravioleta foi descoberta pelo físico alemão Johann Wilhelm Ritter. Em 1887, Arthur Downes e Thomas Blunt publicaram um artigo descrevendo a esterilização de bactérias expostas à luz UV-C de comprimento de onda curto.

Já em 1930 a Westinghouse desenvolveu as primeiras lâmpadas germicidas comerciais, sendo usadas principalmente em hospitais.

Na Segunda Guerra Mundial, o UV-C foi usado para esterilizar o ar em hospitais, cozinhas, armazenamento de carnes, laboratórios, enfim, onde houvesse possível contaminação microbiológica.

Na década de 1950 o UV-C foi incorporado ao controle de tuberculose, aprovado e indicado pelo CDC, e que continuam até hoje.

Questionamentos

Mas porque não é tão difundido? Por que não é tão empregado? Por que nunca ouvi falar? com certeza são questionamentos intrigantes.

Mas vamos lá.

Devido a descoberta dos antibióticos e de novas vacinas, acrescido a falta de especificações e protocolos que são essenciais ao resultado desejado, o UV-C continuou sendo aplicado em ambientes controlados, tais como: hospitais e laboratórios, indústria alimentícia, na água entre outros, mas nunca deixou de ser utilizado.

Com os recentes avanços tecnológicos nesta área, a desinfecção UV-C se apresentou com resultados extraordinários no combate a disseminação de micro-organismos em aerossóis e voltou a ser empregada de maneira mais generalizada no combate à pandemia.

Luminárias especialmente projetadas trata-se de um destes avanços.

Estas luminárias são projetadas de modo a fornecer a dose exata para a morte dos micro-organismos e, ao mesmo tempo, que não seja prejudicial a nós humanos que estaremos ocupando aquele recinto. Vão promover a desinfecção de maneira constante, permitindo que o ar não permaneça contaminado.

Esta luminária tem o nome de ultravioleta germicida de teto, ou GUV, como é conhecida. Estas luminárias especialmente projetadas, criam uma zona irradiada acima do ocupante e desinfetam o ar no espaço conforme o ar circula naturalmente, ou mecanicamente.

A GUV de teto é uma boa tecnologia a ser considerada em ambientes lotados e mal ventilados, onde a transmissão de aerossol pode ocorrer e onde a capacidade de aumentar a ventilação é limitada. A maior parte do ar em uma sala pode ser irradiada em um período de tempo relativamente breve, sem ruído ou consumo de energia significativo.

Estas luminárias devem seguir diretrizes e normas de engenharia na qual a Meister Safe é especialista. Projetamos a GUV de teto dentro de todas as normas internacionais de engenharia.

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